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	<title>Torcedor Vascaíno - Colunas</title>
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		<title>Prêmio os melhores do Carioca 2012</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 14:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TorcedorVascaíno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades Vascaínas]]></category>
		<category><![CDATA[carioca 2012]]></category>
		<category><![CDATA[craques]]></category>
		<category><![CDATA[dede]]></category>
		<category><![CDATA[zagueiro]]></category>

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		<description><![CDATA[

O Prêmio Cariocão 2012, evento que já faz parte do calendário oficial do futebol do Rio de Janeiro e realizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, Globo Rio, Globoesporte.com, Sportv com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e Topper, consagrou, na noite desta segunda-feira, 14 de maio, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1489" title="vasco-carioca-2012-1" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/05/vasco-carioca-2012-1.png" alt="" width="557" height="349" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1490" title="vasco-carioca-2012-2" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/05/vasco-carioca-2012-2.png" alt="" width="558" height="176" /></p>
<p>O Prêmio Cariocão 2012, evento que já faz parte do calendário oficial do futebol do Rio de Janeiro e realizado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, Globo Rio, Globoesporte.com, Sportv com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e Topper, consagrou, na noite desta segunda-feira, 14 de maio, os melhores da competição.</p>
<p>Seleção Carioca 2012:</p>
<p>Goleiro:<br />
1º Diego Cavalieri (Fluminense)<br />
2º Jefferson (Botafogo)<br />
3º William Alves (Bangu)</p>
<p>Lateral direito:<br />
<strong><span style="color: #0000ff;"> 1º Fagner (Vasco)</span></strong><br />
2º Léo Moura (Flamengo)<br />
3º Wellington (Resende)</p>
<p>Lateral esquerdo:<br />
1º Carlinhos (Fluminense)<br />
<strong><span style="color: #0000ff;"> 2º Thiago Feltri (Vasco)</span></strong><br />
3º Márcio Azevedo (Botafogo)</p>
<p>Zagueiro 1:<br />
<strong><span style="color: #0000ff;"> 1º Dedé (Vasco)</span></strong><br />
2º Antônio Carlos (Botafogo)<br />
3º Marcelinho (Resende)</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1491" title="vasco-carioca-2012-3" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/05/vasco-carioca-2012-3.jpg" alt="" width="558" height="314" /></p>
<p>Zagueiro 2:<br />
1º Thiago Medeiros (Madureira)<br />
2º Fábio Ferreira (Botafogo)<br />
3º Diego Guerra (Friburguense)</p>
<p>Volante 1:<br />
<strong><span style="color: #0000ff;"> 1º Romulo (Vasco)</span></strong><br />
2º Valencia (Fluminense)<br />
3º Marcello Mattos (Botafogo)</p>
<p>Volante 2:<br />
1º Kleberson (Flamengo)<br />
2º Renato (Botafogo)<br />
3º Diguinho (Fluminense)</p>
<p>Meia 1:<br />
1º Deco (Fluminense)<br />
<strong><span style="color: #0000ff;"> 2º Juninho (Vasco)</span></strong><br />
3º Fellype Gabriel (Botafogo)</p>
<p>Meia 2:<br />
<strong><span style="color: #0000ff;"> 1º Felipe (Vasco)</span></strong><br />
2º Thiago Neves (Fluminense)<br />
3º Almir (Bangu)</p>
<p>Atacante 1:<br />
1º Vagner Love (Flamengo)<br />
2º Wellington Nem (Fluminense)<br />
3º Elias (Resende)</p>
<p>Atacante 2:<br />
<strong><span style="color: #0000ff;"> 1º Alecsandro (Vasco)</span></strong><br />
2º Loco Abreu (Botafogo)<br />
3º Somália (Boavista)</p>
<p>Técnico:<br />
1º Abel Braga (Fluminense)<br />
2º Oswaldo de Oliveira (Botafogo)<br />
3º Cleimar Rocha (Bangu)</p>
<p>Árbitro:<br />
1º Marcelo de Lima Henrique<br />
2º Luis Antonio Silva Santos<br />
3º Wagner Nascimento Magalhães</p>
<p>Assistentes:<br />
1º Wagner de Almeida Santos<br />
2º Luiz Antônio Muniz<br />
3º Rodrigo Figueiredo</p>
<p>Árbitro Revelação:<br />
Grazianni Maciel</p>
<p>Craque do Campeonato:<br />
Deco (Fluminense)</p>
<p>Revelação:<br />
Wellington (Resende &#8211; contratado pelo Flamengo)</p>
<p>Artilheiros:<br />
<strong><span style="color: #0000ff;"> Alecsandro (Vasco) </span></strong>e Somália (Boavista), com 12 gols</p>
<p>Vencedores dos prêmios especiais:</p>
<p>Beleza RJ &#8211; o gol mais bonito:<br />
Gol de Deco, do Fluminense, contra o Vasco (final da Taça Guanabara)</p>
<p>Inovação RJ &#8211; a melhor comemoração de gol:<br />
&#8220;E o salário, ó&#8243; &#8211; Fluminense (homenagem a Chico Anysio)</p>
<p>Energia RJ &#8211; o torcedor mais fanático:<br />
<strong><span style="color: #0000ff;"> Hugo, torcedor do Vasco</span></strong></p>
<p>Estilo RJ &#8211; o jogador que mais caprichou no visual:<br />
Fábio Ferreira (Botafogo) e seu moicano</p>
<p>Paixão RJ &#8211; o jogador mais querido dos torcedores:<br />
<span style="color: #0000ff;"><strong> Dedé (Vasco)</strong></span></p>
<p><strong>P</strong>az RJ &#8211; o time com menor número de cartões:<br />
Botafogo</p>
<p>Alegria RJ &#8211; a equipe com ataque mais positivo:<br />
Botafogo</p>
<p>Fonte: Assessoria de Imprensa: Agência FERJ</p>
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		<title>Natação: Ídolo do Vasco, Gustavo Borges entra no Hall da Fama mundial</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 15:47:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TorcedorVascaíno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes Vascaínos]]></category>
		<category><![CDATA[Vascaínos Famosos]]></category>

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		<description><![CDATA[
O medalhista olímpico Gustavo Borges vai entrar para o Hall Internacional da Fama da Natação. A cerimônia será realizada neste sábado, com o brasileiro encabeçando a lista que tem homenageados de outros sete países. Gustavo, que participou de quatro edições de Jogos Olímpicos e conquistou quatro medalhas (duas de prata e duas de bronze), passará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1484 alignleft" title="Gustavo Borges Vascaíno" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/05/20120510borgesvasco.jpg" alt="" width="200" height="271" /></p>
<p>O medalhista olímpico Gustavo Borges vai entrar para o Hall Internacional da Fama da Natação. A cerimônia será realizada neste sábado, com o brasileiro encabeçando a lista que tem homenageados de outros sete países. Gustavo, que participou de quatro edições de Jogos Olímpicos e conquistou quatro medalhas (duas de prata e duas de bronze), passará a ser o segundo representante do País. Maria Lenk, primeira sul-americana a disputar os Jogos Olímpicos (em Los Angeles 1932), e três vezes recordista mundial, integra o Hall da Fama desde 1988.</p>
<p>Relembre a vitoriosa relação de medalhas olímpicas do nadador de Ituverava, São Paulo: bronze em Sidney 2000, no revezamento 4&#215;100m livre; prata e bronze em Atlanta 1996, nos 200m livre e nos 100m livre, respectivamente; e prata em Barcelona 1992, nos 100m livre.</p>
<p>O Hall da Fama Internacional se estabeleceu em 1965 e foi reconhecido pela Federação Internacional de Esportes Aquáticos (FINA, na sigla em inglês) três anos depois. A organização fica em Fort Lauderdale, no estado da Flórida, nos Estados Unidos.</p>
<p>Fonte: COB (texto), Best Swimming (foto)</p>
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		<title>Felipe e Juninho homenageados com camisas especiais</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 15:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TorcedorVascaíno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Camisas do Vasco]]></category>
		<category><![CDATA[Nossos Jogadores & Ídolos]]></category>
		<category><![CDATA[maestro]]></category>
		<category><![CDATA[reizinho]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ídolos, líderes e exemplos bem acabados de verdadeiros vascaínos, Felipe e Juninho, já homenageados outras vezes, voltam a ser estrelas de produtos oficiais do clube. Por iniciativa do Departamento de Marketing do Vasco, para reverenciar o enorme talento de ambos, foram criadas duas camisetas. Em uma, Juninho, chamado de Reizinho, domina a bola com categoria. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1479" title="reizinho-e-maestro" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/05/reizinho-e-maestro.jpg" alt="" width="528" height="352" /></p>
<p>Ídolos, líderes e exemplos bem acabados de verdadeiros vascaínos, Felipe e Juninho, já homenageados outras vezes, voltam a ser estrelas de produtos oficiais do clube. Por iniciativa do Departamento de Marketing do Vasco, para reverenciar o enorme talento de ambos, foram criadas duas camisetas. Em uma, Juninho, chamado de Reizinho, domina a bola com categoria. Na outra, Felipe, intitulado Maestro, dá desconcertante ‘caneta’ em um adversário.</p>
<p>As duas peças, cujas fotos seguem em anexo, podem ser compradas, ao preço de R$ 49,90 cada, na rede de lojas oficiais Gigante da Colina (shoppings Madureira, Ilha Plaza, Nova América, Guadalupe, Caxias, Down Town, Grande Rio, Boulevard São Gonçalo, Norte Shopping, West Shopping, Shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e Shopping Vitória, em Vitória) e na internet (<a href="http://www.gigantedacolina.com.br" target="_blank">www.gigantedacolina.com.br</a>).</p>
<p>Esta é mais uma iniciativa tendo Juninho e Felipe como personagens principais. Antes deste lançamento, o Departamento de Marketing do Vasco já havia criado uma linha de Roupas para Juninho e uma camisa retrô para Felipe, em homenagem à vitoriosa campanha na Libertadores de 1998, da qual o Maestro fez parte.</p>
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		<title>Morre aos 66 anos o sambista e vascaíno ilustre Dicró</title>
		<link>http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/index.php/2012/04/26/morre-aos-66-anos-o-sambista-e-vascaino-ilustre-dicro/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 21:44:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TorcedorVascaíno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vascaínos Famosos]]></category>
		<category><![CDATA[Dicró]]></category>
		<category><![CDATA[vascaíno]]></category>

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		<description><![CDATA[
Morreu na noite de quarta-feira o cantor e compositor Dicró. Ele era diabético e tinha voltado de uma sessão de hemodiálise para casa, em Mauá (Magé), quando começou a passar mal. Sofreu um infarto e morreu num hospital em Magé, por volta das 23h, aos 66 anos.
Nascido em Mesquita, em 14 de fevereiro de 1946, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1474" title="dicro" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/04/dicro.jpg" alt="" width="606" height="455" /></p>
<p>Morreu na noite de quarta-feira o cantor e compositor Dicró. Ele era diabético e tinha voltado de uma sessão de hemodiálise para casa, em Mauá (Magé), quando começou a passar mal. Sofreu um infarto e morreu num hospital em Magé, por volta das 23h, aos 66 anos.</p>
<p>Nascido em Mesquita, em 14 de fevereiro de 1946, o cantor e compositor Carlos Roberto de Oliveira, o Dicró, se especializou em sambas satíricos e com letras de duplo sentido, que retratavam de forma irônica o dia a dia do subúrbio e da Baixada. Filho de uma conhecida mãe de santo da região, ele passou a infância na favela do bairro do Jacutinga. Seu apelido vem do tempo em que integrava a ala de compositores de um bloco de Nilópolis: ele assinava as músicas com as iniciais do nome C.R.O. Com o tempo, “De C.R.O.” virou Dicró. Junto com Moreira da Silva e Bezerra da Silva, foi um dos principais sambistas na linha humorística. São dele títulos como “A vaca da minha sofra”, “Botei minha nega no seguro”, “Funeral do Ricardão” , “Olha a rima” e “Chatuba”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Campeão do UFC, Jon Jones comemorou vitória com bandeira do Vasco</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TorcedorVascaíno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades Vascaínas]]></category>
		<category><![CDATA[Vascaínos Famosos]]></category>
		<category><![CDATA[jon jones vasco]]></category>
		<category><![CDATA[ufc]]></category>

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		<description><![CDATA[
Se o clássico do último domingo (22/04) fosse realizado dentro de um octógono, o maestro Felipe teria dado um verdadeiro nocaute no Flamengo. Os vascaínos de todo o mundo vibraram com a ótima atuação do camisa 6 e a vitória no clássico, que deu ao Gigante da Colina o direito de disputar a final da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1470" title="jon-jones-vasco" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/04/jon-jones-vasco.jpeg" alt="" width="576" height="432" /></p>
<p>Se o clássico do último domingo (22/04) fosse realizado dentro de um octógono, o maestro Felipe teria dado um verdadeiro nocaute no Flamengo. Os vascaínos de todo o mundo vibraram com a ótima atuação do camisa 6 e a vitória no clássico, que deu ao Gigante da Colina o direito de disputar a final da Taça Rio.</p>
<p>Mas teve um cruz-maltino em especial, outro maestro, só que das artes marciais, que comemorou e muito a vitória em cima dos rubro-negros. Trata-se do americano Jon Jones, torcedor declarado do Vasco. Após o juiz dar o apito final no clássico, a estrela americana posou para foto com uma bandeira vascaína, enviada pelo departamento de marketing do clube.</p>
<p>Jones teve um fim de semana recheado de alegrias. Além da vitória vascaína, o lutador manteve o cinturão de melhor do mundo em luta realizada no último sábado (21), no UFC 145, em Atlanta, Estados Unidos.</p>
<p>Fonte: Site oficial do Vasco</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jornal elege São Januário um dos cinco estádios mais intimidadores do mundo</title>
		<link>http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/index.php/2012/04/20/jornal-elege-sao-januario-um-dos-cinco-estadios-mais-intimidadores-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 20:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TorcedorVascaíno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conquistas do Gigante]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Vascaínas]]></category>
		<category><![CDATA[caldeirão]]></category>
		<category><![CDATA[São Januário]]></category>

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O estádio de São Januário, casa do Vasco, é um dos cinco mais intimidadores do mundo, segundo lista publicada pelo jornal inglês “The Telegraph&#8221;. O diário listou as arenas mais hostis à torcida adversária – os considerados “caldeirões” – e deixou La Bombonera, tradicional estádio argentino, de lado.
Na lista do The Telegraph, São Januário é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1465" title="sao-januario" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/04/sao-januario.jpg" alt="" width="492" height="322" /></p>
<p>O estádio de São Januário, casa do Vasco, é um dos cinco mais intimidadores do mundo, segundo lista publicada pelo jornal inglês “The Telegraph&#8221;. O diário listou as arenas mais hostis à torcida adversária – os considerados “caldeirões” – e deixou La Bombonera, tradicional estádio argentino, de lado.</p>
<p>Na lista do The Telegraph, São Januário é a única arena sul-americana. Os demais são o San Paolo, casa do Napoli, na Itália; o Mestalla, de Valência, na Espanha; e o Westfalenstadion, que recebe jogos do Borussia Dortmund, na Alemanha.</p>
<p>Outro destaque da lista é o Ali Sami Yen, estádio do Galatasaray que foi fechado em janeiro deste ano. Chamado pelo jornal de “a casa da hostilidade”, a arena é comparada a “uma cesta cheia de cobras” pela publicação inglesa.</p>
<p>Sobre São Januário, o The Telegraph lembra que, embora não seja o maior estádio do Rio, trata-se de um caldeirão. “Escolha o jogo certo e o estádio balança de tanta emoção”, diz o texto dos ingleses.</p>
<p>(fonte: ESPN)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vasco anuncia Pipoco &#8211; ex-atacante do Macaé</title>
		<link>http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/index.php/2012/04/20/vasco-anuncia-pipoco-ex-atacante-do-macae/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 19:20:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TorcedorVascaíno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossos Jogadores & Ídolos]]></category>
		<category><![CDATA[atacante]]></category>
		<category><![CDATA[ex-atacante macae]]></category>
		<category><![CDATA[pipoco]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Vasco anunciou, no início da tarde desta sexta-feira, a contratação do atacante Pipico, de 27 anos, até o dia 31 de dezembro. Em um primeiro contato, jogador e clube chegaram a falar em contrato de dois anos. Ex-Macaé, Pipico esteve em São Januário nessa quinta-feira, quando teve uma longa conversa com o diretor executivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1458" title="Pipoco - Atacante" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/04/pipoco.png" alt="" width="555" height="352" /></p>
<p>O Vasco anunciou, no início da tarde desta sexta-feira, a contratação do atacante Pipico, de 27 anos, até o dia 31 de dezembro. Em um primeiro contato, jogador e clube chegaram a falar em contrato de dois anos. Ex-Macaé, Pipico esteve em São Januário nessa quinta-feira, quando teve uma longa conversa com o diretor executivo de futebol, Daniel Freitas. O jogador já passou por exames médicos e vestiu a camisa do Vasco para foto oficial.</p>
<p>Em sua primeira entrevista como jogador do Gigante da Colina, Pipico não escondeu a alegria por defender uma grande equipe pela primeira vez.</p>
<p>- Chegou a minha hora. Estou vivendo um momento único na carreira. Venho buscando essa oportunidade há um bom tempo. Fico feliz de estar aqui no Vasco. Espero dar continuidade ao meu trabalho fazendo gols e dando passes para os meus companheiros &#8211; disse ao site oficial do Vasco.</p>
<p><strong>Nome: Wesley Henrique Lima Silva e Silva<br />
Nascimento: 07/03/1985 (27 anos)<br />
Local: Rio de Janeiro (RJ)<br />
Altura: 1,72m<br />
Peso: 72kg </strong></p>
<p><strong>Clubes</strong>:</p>
<p>2006 a 2007 &#8211; Floresta-RJ<br />
2008 a 2010 &#8211; Cabofriense-RJ<br />
2010 a 2011 &#8211; Bangu-RJ<br />
2011 a 2012 &#8211; Macaé-RJ</p>
<p><strong>Títulos</strong>:</p>
<p>2010 &#8211; Campeonato Estadual da 2ª divisão &#8211; Cabofriense</p>
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		<title>Carlos Alberto fala da angústia de ficar vendo jogos apenas pela TV</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 15:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TorcedorVascaíno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossos Jogadores & Ídolos]]></category>
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		<category><![CDATA[carlos alberto]]></category>
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Não dá para apagar o passado. Carlos Alberto nem quer isso. Como ele mesmo classifica, todos estão sujeitos à chuvas e trovoadas. Por isso, encara a oportunidade que terá neste domingo como um recomeço. Um ano depois, ele está relacionado para um jogo pelo Vasco. Fica no banco de reservas contra o Nova Iguaçu.
A ansiedade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1454" title="ca19" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/04/ca19.jpeg" alt="" width="490" height="327" /></p>
<p>Não dá para apagar o passado. Carlos Alberto nem quer isso. Como ele mesmo classifica, todos estão sujeitos à chuvas e trovoadas. Por isso, encara a oportunidade que terá neste domingo como um recomeço. Um ano depois, ele está relacionado para um jogo pelo Vasco. Fica no banco de reservas contra o Nova Iguaçu.</p>
<p>A ansiedade pelo retorno é grande. Tanto que chegou ao clube na manhã deste sábado já com a mala pronta para a concentração, sendo que o time iria para o hotel somente à noite. Ele mesmo ri da situação. Mas é compreensível.</p>
<p>– Não aguentava mais ter de ficar o fim de semana vendo os jogos pela TV – disse o apoiador.</p>
<p>Carlos Alberto garante ter aprendido com as críticas e com o tempo afastado. Admite que cometeu falhas. Em entrevista ao LANCENET!, revelou, entre outras coisas, que, no fundo, sabia que sua história pelo Vasco ainda não havia terminado. Um novo capítulo começa a ser escrito neste domingo&#8230;</p>
<p>Muitos já não o viam mais com a camisa do Vasco. Quando ficou afastado, chegou a pensar que sua história pelo clube já havia terminado?</p>
<p>Não, cara. Eu via a demonstração do torcedor, vivemos uma história muito bonita em 2009. No fundo, eu falava: não posso sair do clube desta forma, tenho de dar continuidade nisso e escrever novos capítulos nessa história de amor que a gente já viveu. Quando voltei e ficava treinando separado, as pessoas do clube, funcionários, diziam que eu tinha de voltar. Isso foi me animando, me senti amparado, cuidado. Aí percebi realmente que seria questão de tempo. Não tinha escolha melhor a ser feita do que permanecer aqui no Vasco. Minha história não podia acabar assim.</p>
<p>E como foi esse tempo afastado, treinando sozinho?</p>
<p>Naquele momento, eu vinha de uma contusão também (problema no púbis). Muita coisa se falou em relação a isso, mas tudo bem. Eu encontrava com os funcionários no clube e só recebia carinho. Isso me dava certa paz. Mas quando chegava fim de semana, ver o jogo pela TV realmente era angustiante. É uma situação que não quero mais para mim. Por mais que se tenha outras atividades, de entretenimento, com a família, o combustível para o atleta é o jogo. Não escondi de ninguém que fiquei muito triste. Mas agora está tudo resolvido. Pensar em coisas bacanas que virão por aí. As coisas ruins ficam para trás.</p>
<p>O primeiro passo para o retorno foi a conversa com Roberto Dinamite. Como foi esse encontro que selou a paz entre vocês?</p>
<p>Primeiramente tenho de agradecer ao Roberto, por ter me recebido e a gente ter se acertado. Minha maior preocupação era transmitir que era do fundo da alma, sincero. Que nossa conversa não era para barganhar uma situação, que ele poderia decidir que eu não voltaria. Mas, pô, a gente conversou, ele me tratou bem, me deu um abraço carinhoso. Foi muito bom. No outro dia, nos encontramos na fisioterapia e ele já estava preocupado, perguntando se eu já estava bom. Ver essa preocupação é bacana. Aumenta seu comprometimento, de estar em forma, sempre jogando.</p>
<p>Aprendeu com esse tempo afastado, com as críticas?</p>
<p>A gente aprende&#8230; A Maria Helena está aqui do meu lado sabe disso (Maria Helena é psicóloga do clube e acompanhou de perto toda a entrevista). Chegou um momento que eu estava tão abalado, tão fragilizado com tudo, que não conseguia ouvir mais nada. Se pudesse, arrancava as orelhas (risos). Mas faz parte. Hoje vivo bem quanto a isso. Quando me abordam, sobre erros e acertos, acho interessantíssimo, debater, ouvir. Acrescenta bastante.</p>
<p>Lembro que, na pré-temporada do ano passado, em Atibaia, durante uma entrevista que fizemos, você disse algo parecido com: esse será meu ano e do Vasco, quem tiver olhos que veja&#8230;</p>
<p>Lembro disso. E nunca mais prometo algo assim, pois depois as pessoas cobram. Até brincaram comigo, dizendo: você acertou que era ano do Vasco, mas esqueceu que não era o seu (risos). Hoje tenho minhas metas, meus sonhos, mas não tenho necessidade de expor essas coisas. Mentalizei isso para mim, guardo isso e vou trabalhando. Claro, vão cobrar para caramba, mas, com serenidade, com muito trabalho, as coisas vão acontecer. Tenho coragem para enfrentar tudo isso.</p>
<p>É realmente um recomeço para você? Desta forma que você encara esse retorno?</p>
<p>É um recomeço. E sei que isso não será nada fácil. A gente, às vezes, toma umas porradas. Tem de fazer uma reflexão. Ninguém é perfeito. Todos estamos sujeitos às falhas, estou sujeito às chuvas e trovoadas. Mas nunca fiz nada para prejudicar ninguém, nunca fui de caráter duvidoso. Disso podem ter certeza.</p>
<p>Você era chamado de CA19, mas não vai poder utilizar a camisa 19 desta vez&#8230;</p>
<p>Não tem problema. Está bem servida. O Nilton está representando bem. Na verdade não houve um pedido da minha parte nem retaliação por parte deles. O Daniel (Freitas) falou: só tem um problema, não vou poder dar a camisa que você tanto gosta. Mas falei que, nesse momento, o que menos tinha importância era a camisa. Nunca tive essa vaidade. Lógico, é um número que gosto, que me identifico. Mas podendo usar a 84 também&#8230; É o ano que eu nasci, não estamos dizendo que esse meu retorno é uma espécie de renascimento? Então, espero que traga sorte.</p>
<p>Você volta ao time pelo Carioca. Mas e a expectativa por ser inscrito na Libertadores?</p>
<p>Até porque a Libertadores é um título que não tenho ainda. O Vasco já tem, mas eu, não. Vários desse grupo não tem ainda. Só Juninho, Felipe, Alecsandro&#8230; Tive até a oportunidade de jogar um Mundial. Fiz esse caminho pela Europa, pelo Porto. Agora tenho a oportunidade de fazer esse caminho por aqui. O foco maior, para quem está fora, é a Libertadores. mas aqui somos cobrados por todas as competições. Hoje, se você pegar o elenco do Vasco, está entre os cinco mais fortes do país. Tem condições de brigar por todos os títulos. Já provou isso no ano passado.</p>
<p>Quando se falava do seu retorno, alguns amigos vascaínos me diziam que você tinha tanta estrela que ainda faria o gol do título da Libertadores, na final&#8230;</p>
<p>(Risos) Já me falaram isso também. Já pensou que coisa mais bacana? Então, mas tenho de trabalhar, deixar esse sonhos lá pra frente. Sei que, se eu fizer tudo direitinho, jogo a jogo, vai dar para realizar. É possível. Estou com uma felicidade tão grande por voltar que vou conquistar coisas boas.</p>
<p>Em 2009 você aceitou o desafio de ser o principal astro da equipe na Série B do Brasileiro. O desafio, agora, é muito maior?</p>
<p>É um grande desafio. Não sei. Talvez fique mais marcado por ser uma competição muito mais, como vou dizer&#8230; significativa. Mas momentos de vitória, não tem como comparar. Cada uma tem sua importância. Agora é uma nova história. Começo a escrever uma nova história, um novo capítulo no Vasco. Vou conquistar coisas boas.</p>
<p>E, nesse retorno, encontra um grupo diferente&#8230;</p>
<p>Encontrei também muitas pessoas que já conhecia. Aqui já tenho um carinho grande. Sempre fui bem tratado e sempre tratei bem todo mundo. Minha pré-temporada não foi como a dos outros. Tenho na minha cabeça que vou sofrer um bocado ainda, até readquirir o mesmo ritmo dos demais. Depois, vai embora. O Vasco tem um grupo de mais qualidade hoje. A dificuldade seria maior se não tivesse isso. Jogar com Juninho, Felipe, Diego Souza, Eder Luis, Alecsandro, Fagner, Eduardo Costa, Fellipe Bastos, Dedé, que subiu muito de produção&#8230; A bola não queima no pé deles. Acredito que, quanto ao entrosamento, não vou ter dificuldade.</p>
<p>O que esperar desse primeiro jogo, contra o Nova Iguaçu</p>
<p>Não dá para esperar que vai dar tudo certo, que eu farei as melhores jogadas. Esse começo será de sofrimento. Mas vou crescer.</p>
<p>Fonte: Lancenet</p>
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		<title>Pedrinho passa carreira a limpo</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2012 18:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TorcedorVascaíno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Nossos Jogadores & Ídolos]]></category>
		<category><![CDATA[idolo do vasco]]></category>
		<category><![CDATA[pedrinho do vasco]]></category>

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Pedrinho passa carreira a limpo: &#8216;Podia ter ido mais longe do que fui&#8217;
 Marcado por lesões, jogador de 34 anos fala do amor ao Vasco, sonha com despedida à la Edmundo e relembra embaixadinhas em jogo contra o Fla
No fim de 2011, Pedrinho pegou as chuteiras empoeiradas no armário e, depois de dois anos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1444" title="pedrinho-1" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/04/pedrinho-1.png" alt="" width="557" height="348" /></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Pedrinho passa carreira a limpo: &#8216;Podia ter ido mais longe do que fui&#8217;</span></strong><br />
<strong><em> Marcado por lesões, jogador de 34 anos fala do amor ao Vasco, sonha com despedida à la Edmundo e relembra embaixadinhas em jogo contra o Fla</em></strong></p>
<p>No fim de 2011, Pedrinho pegou as chuteiras empoeiradas no armário e, depois de dois anos de inatividade, anunciou a volta aos campos. Inicialmente, a ideia do meia era ter um retorno breve, e disputar apenas o Estadual em 2012, pelo Olaria. Porém, longe dos holofotes, no gramado do estádio da Rua Bariri, no subúrbio carioca, o meia, de 34 anos, reencontrou a alegria de jogar. Com a motivação em alta quatro meses após retornar às atividades, o jogador admitiu prolongar um pouco a carreira e adiar o adeus definitivo à bola.</p>
<p>- É, mudou um pouco (o planejamento), mas vamos aguardar, deixar acontecer, até o fim (do campeonato) a gente vê isso &#8211; afirmou com um sorriso no rosto, deixando no ar uma possível volta à disputa do Brasileirão.</p>
<p>No entanto, mesmo reafimando todo o seu amor ao Vasco, o meia praticamente descartou que seu futuro como jogador seja no Gigante da Colina. Pedrinho se disse representado pelos amigos Felipe e Juninho no clube, e ainda admitiu que não sabe se está à altura dos companheiros para receber uma festa de aposentadoria do clube cruz-maltino. Entretanto, nutre um fio de esperança de ser lembrado e tem até um adversário ideal que gostaria de enfrentar.</p>
<p>-  Tem um jogo muito especial que eu não pude jogar, por conta de lesão, contra o Real Madrid, no Mundial em 1998. Então, seria esse &#8211; revelou.</p>
<p>Durante o bate-papo, o jogador também falou da sua rivalidade com o Flamengo, da maior proteção que os jogadores têm atualmente, da experiência em um time pequeno, além do seu ponto de vista sobre o fim dos campeonatos estaduais. Confira abaixo a entrevista completa do meia:</p>
<p><strong>Por dois anos você foi ex-jogador, atuou no showbol. Porém, surpreendeu no Olaria. O que o motivou a retornar ao Carioca?</strong></p>
<p>Eu tinha muita coisa a resolver comigo no futebol, mas não estava mais a fim, não estava bem psicologicamente. Então passei dois anos curtindo tudo o que eu podia curtir, não voltaria mais a jogar. Então, antes de viajar com a minha família para Disney,  veio o convite do Zé (Luiz Moreira), que está de frente aqui no Olaria. Ele também é uma pessoa ligada ao Vasco. Também teve o Paulo Angione, Paulo Reis, pessoas que trabalharam comigo algum tempo atrás e me deram essa ideia. Aí eu viajei e fiquei pensando&#8230; As pessoas que estavam comigo também ficavam falando? “Joga, cara, joga, quem sabe não acontece de você jogar bem, com prazer.” E é o que tem acontecido. A visibilidade não é tanta, as pessoas não acompanham muito os jogos, mas se você conversar com o treinador, o auxiliar,  diretoria, eles vão falar bem do meu desempenho, e isso gerou uma vontade de continuar jogando. Agora é aguardar e vamos ver o que vai acontecer.</p>
<p><strong>Então seu planejamento não é encerrar de novo após o Estadual?</strong></p>
<p>É, mudou um pouco, mas vamos aguardar, deixar acontecer, até o fim a gente vai ver isso.</p>
<p><strong>Tem a esperança de voltar a jogar um Brasileirão?</strong></p>
<p>Quem sabe? Vamos ver (sorriso no rosto)&#8230;</p>
<p><strong>Você esteve agora na despedida do Edmundo em São Januário. Sonha com homenagem igual àquela do Vasco quando encerrar de fato a carreira?</strong></p>
<p>Todo jogador que realmente tem um vínculo com um clube, uma história, sonha. Acho que a despedida do Edmundo e a apresentação do Juninho foram marcantes. Eu não sei se estou à altura deles para ter uma festa desse nível, com tantas honras. Mas uma lembrança é sempre importante, não só para mim, mas para outros jogadores que tiveram uma história bonita no Vasco.</p>
<p><strong>Quando vê o Felipe e o Juninho lá hoje, os dois da sua época, não dá vontade se juntar a eles?</strong></p>
<p>Não. Eu fico muito realizado de ter jogadores que jogaram comigo, principalmente o Felipe, que é o meu irmão, lá. Eu me sinto bem representado e feliz. Com eles lá, a gente se sente representado, então a minha alegria é muito grande por isso.</p>
<p><strong>Então a ideia de voltar para o Vasco não passa mais pela sua cabeça?</strong></p>
<p>Não, acho que não, vamos ver&#8230; Mas acho que só de outra forma. Como jogador, não. De repente depois, de outra forma.</p>
<p><strong>Em uma possível despedida no Vasco, quais os jogadores seriam imprescindíveis na sua festa?</strong></p>
<p>Ah, tem grandes pessoas. Felipe, Juninho, Luizinho, Carlos Germano, Romário, Edmundo, são muitos. Quase todos praticamente. Claro que para uma despedida não seria viável todo mundo.</p>
<p><strong>E teria algum adversário especial que gostaria de enfrentar?</strong></p>
<p>Olha, tem um jogo muito especial que eu não pude jogar, por conta de lesão, que é contra o Real Madrid, no Mundial em 1998. Então seria esse.</p>
<p><strong>Pelo menos no seu início, você tinha um estilo de partir para cima do adversário. Como vê o surgimento de jogadores dribladores como Neymar, Lucas? Teme que eles sofram lesões graves como a sua?</strong></p>
<p>Hoje, apesar de ter ainda muitas entradas duras, cada vez mais os árbitros têm coibido a violência no campo. Até mesmo a própria TV pega todos os lances da partida, têm muitas câmeras. É diferente da minha época, que a gente tomava várias entradas fortes fora do lance e ninguém via, por exemplo.</p>
<p><strong>Então, pode-se dizer que hoje é mais fácil ter esse estilo driblador?</strong></p>
<p>É sim. Pouca coisa passa despercebida hoje em dia. Até mesmo quando alguém se machuca mais sério, às vezes pega uma suspensão e o jogador ficar fora o mesmo tempo. É diferente.</p>
<p><strong>Como bom vascaíno, como era para você enfrentar o Flamengo?</strong></p>
<p>A minha rivalidade com o Flamengo existe desde pequeno, quando eu jogava futsal ainda pelo clube. Eu aprendi a amar o Vasco, e levei isso para a vida inteira. Quando enfrentava o Flamengo levava esse sentimento, e por isso era sempre mais especial, tinha uma motivação maior.</p>
<p><strong>Arrepende-se daquele episódio das embaixadinhas no clássico?</strong></p>
<p>É difícil as pessoas analisarem o lance quando eu digo que não foi de forma proposital e falarem que eu não tive a intenção, por conta da rivalidade. Mas dominei, ela subiu, e eu fiz as embaixadinhas de forma progressiva, não fiz para provocar e causar tumulto.</p>
<p><strong>Após ter passado por diversos times grandes, como está sendo essa experiência em um time pequeno?</strong></p>
<p>A desigualdade é muito grande. Em termos de tudo. Acho que todos os times pequenos do Rio não têm uma torcida grande, com isso diminui a intenção de investidores de ter um vínculo com o clube. É difícil arrecadar, ter verba. O esforço de todos para ter condições de treinamento é muito grande, o Zé Luiz tenta dar tudo do bom e do melhor, mas a dificuldade é muito grande. A gente vê que existe uma diferença, é muito desigual. É diferente do Campeonato Paulista, onde a maioria dos pequenos é do interior, e os clubes agregam muitas empresas, conseguem fazer times competitivos, você vê a dificuldade que um grande tem para jogar contra um time pequeno. Aqui é uma hora ou outra que um pequeno belisca, mas lá é normal. Então eu vejo que o grande tinha que atropelar sempre o pequeno. Hoje vejo isso. Mas quando a gente está em um clube grande não tem essa noção exata de como são as dificuldades de um time pequeno.</p>
<p><strong>Há quem sugira o fim dos estaduais. Qual a sua opinião sobre o assunto?</strong></p>
<p>Até entendo a opinião de muitos que querem acabar com os Estaduais. Com esse calendário, em termos de programação para os times grandes, o ideal seria que isso acontecesse. Mas infelizmente, ou felizmente, isso não pode acontecer. Porque os clubes pequenos precisam sobreviver, muitos atletas que não têm espaço em time grande vão para times pequenos, e a hora de ele aparecer é no Estadual. Então eu acho que é importante, necessário, de repente arrumar uma fórmula ainda mais curta do que já é, para que esses jogadores também tenham a oportunidade de aparecer e de um dia estar em um time grande. Mesmo com todas as dificuldades dos times pequenos, eles têm uma história. O Olaria tem uma história. Grandes jogadores já passaram por aqui como o Romário, Garrincha, enfim. O Bangu também já fez grandes times. Então eu acho que não pode acabar com os times pequenos, terminar com o Carioca. Tem é que os investidores acreditarem, apostarem nos pequenos, para que o Estadual seja mais competitivo. Trazer empresas, patrocínios, para pagar melhor os atletas, ter atletas de melhor nível, que aí consequentemente os times vão estar mais fortalecidos, a competição vai ser melhor, e ninguém vai querer que acabe.</p>
<p><strong>E hoje, já perto do fim, qual avaliação faz da sua carreira?</strong></p>
<p>Existem vários sentidos e várias análises. Eu fico com a sensação de que podia ter ido muito mais longe do que eu fui. Mas ao mesmo tempo consegui tudo que, de repente, um jogador com tantas lesões não conseguiria. Então sou grato o tempo inteiro por ter conseguido jogar em grandes clubes, ir para a Seleção, mesmo com todas as lesões, ganhar muitos títulos importantes, jogar muito tempo no meu clube de coração e lá realizar muitos sonhos, ter uma família maravilhosa, conseguir me estabilizar financeiramente&#8230; Mesmo com todos os pesares, só tenho que agradecer. Mas, claro, ficou aquela sensação de até onde eu poderia ter ido se não tivesse a lesão. Sou ser humano, às vezes choro quando lembro, fico triste por ter me machucado, mas ao mesmo tempo já vem aquela sensação de que está bom, de que mesmo assim sou um vitorioso.</p>
<p><strong>Mas a principal lesão, a que ninguém esquece, foi no jogo contra o Cruzeiro. O Jean Elias foi realmente para machucá-lo?</strong></p>
<p>Minha visão sobre o lance continua sendo a mesma daquela época, já logo após o acidente, depois de ver os lances. Continuo com a mesma opinião de que ele foi na bola, só que ele era muito forte. Acabou que depois houve um choque e o trauma. Acho que, de repente, ele usou uma força exagerada, mas se você pegar todas as entrevistas que dei na época, eu disse que ele não tinha ido de maldade e que ele era muito mais forte do que eu, então fiquei bem tranquilo em relação à atitude do Jean. De forma alguma eu o critiquei, até porque sei que para ele seria bem difícil. Eu era um jovem surgindo na Seleção, e a cobrança sobre ele seria muito forte. Sei pelo lance que ele não usou de maldade.</p>
<p><strong>O Jean Elias disse que sofreu consequências pesadas por conta do lance, a ponto de até hoje, 14 anos depois, ainda ser chamado de “assassino” e lembrado como “o cara que quebrou o Pedrinho”. Como você vê esse estigma?</strong></p>
<p>É uma marca muito negativa. Até porque, como falei, ele não teve a intenção de me machucar no lance. Acidentes acontecem, mas infelizmente aconteceu de uma forma que tinha muita visibilidade, porque eu era um jovem, surgindo com outro talento que era o Felipe, acabado de ser convocado para Seleção Brasileira, tinha 19 anos. O centro das atenções, principalmente no Rio de Janeiro, era aquele lado esquerdo do Vasco. A lesão foi dois dias depois da convocação também, então tudo contribuiu para marcar tanto para mim quanto para ele. É ruim ouvir muitas coisas, eu também ouvi bastante por conta das lesões, com relação ao meu estado físico, e eu imagino que tenha sido bastante difícil para ele ouvir as coisas que ele ouviu. Mas o importante é ele estar tranquilo com sua consciência, como eu estou com a minha, porque a nossa própria consciência é o maior juiz que existe.</p>
<p><strong>O Jean também disse que jogou duas vezes contra você depois do lance, mas nunca falou contigo porque ficava constrangido, tinha vergonha. Sabia disso?</strong></p>
<p>Não sabia. Eu lembro de um jogo quando eu estava no Palmeiras, ele pelo América-MG, e nos cruzamos assim no campo. Esperava que ele falasse comigo, tanto que eu fiquei olhando para ele, e ele passou batido. Eu achei até estranho, pensei: &#8220;Pô, será que esse cara é ruim&#8230;?&#8221;. Acabei pensando uma coisa errada sobre ele, mas não sabia que tinha vergonha. Acho que não tem que ter vergonha, se tivermos a oportunidade de nos encontrarmos vai ser bem tranquilo. É lógico que existe uma emoção toda vez que se toca nesse assunto porque muitas coisas aconteceram por causa desse acidente, então pode haver uma emoção da minha parte, ou da parte dele, o que é natural. Mas mágoa, nenhuma.</p>
<p><strong>Até por tê-lo impedido de conseguir uma sequência na Seleção, acredita que aquele tenha sido o momento mais triste da sua carreira?</strong></p>
<p>Eu ainda cheguei a ser convocado depois para um ou dois jogos nas eliminatórias. E para aquele jogo do Haiti. Mas realmente interrompeu uma sequência que eu poderia ter na Seleção, uma história, até porque já vinha direto nas seleções de base em todas as convocações. Tive dois momentos muito tristes na minha vida. O primeiro foi esse mesmo em 98, por conta dessa lesão, e depois em 2008, com a queda do Vasco, que eu não tive a oportunidade de jogar. Cair com o clube do meu coração foi bastante triste.</p>
<p>(Fonte: Globo Esporte)</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1445" title="pedrinho2" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/04/pedrinho2.jpg" alt="" width="558" height="351" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1446" title="pedrinho3" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/04/pedrinho3.png" alt="" width="307" height="273" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1447" title="pedrinho 4" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/04/pedrinho-4.png" alt="" width="304" height="262" /></p>
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		<title>Futuro turista espacial usa camisa do Vasco na ambientação à gravidade zero</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Mar 2012 14:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TorcedorVascaíno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades Vascaínas]]></category>
		<category><![CDATA[Torcedores]]></category>
		<category><![CDATA[G-Force One]]></category>
		<category><![CDATA[Humberto Quintas]]></category>
		<category><![CDATA[viagem a lua]]></category>

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Em fevereiro, Humberto Quintas, sócio e torcedor do Club de Regatas Vasco da Gama, levou a paixão pelo seu clube a uma dimensão mais elevada. 
Humberto decolou a partir do deserto de Nevada (EUA), de um Boeing 727 adaptado, denominado G-Force One, para uma série de vôos parabólicos, nos quais a gravidade chega a zero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1438" title="20120326-0420-1-" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/03/20120326-0420-1-.jpg" alt="" width="542" height="404" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1439" title="20120326-0420-3-" src="http://www.torcedorvascaino.com.br/colunas/wp-content/uploads/2012/03/20120326-0420-3-.jpg" alt="" width="536" height="476" /></p>
<p><strong>Em fevereiro, Humberto Quintas, sócio e torcedor do Club de Regatas Vasco da Gama, levou a paixão pelo seu clube a uma dimensão mais elevada. </strong></p>
<p>Humberto decolou a partir do deserto de Nevada (EUA), de um Boeing 727 adaptado, denominado G-Force One, para uma série de vôos parabólicos, nos quais a gravidade chega a zero por alguns minutos, dando aos passageiros a mesma flutuação dos astronautas no espaço. As parábolas são executadas entre sete e onze quilômetros de altitude, por pilotos altamente treinados, e representam a única forma de alcançar micro-gravidades e flutuação completa sem que se deixe a atmosfera do nosso planeta.</p>
<p>Durante todo o trajeto, Humberto Quintas carregou uma bandeira do Vasco e esteve vestido com o uniforme do clube. Além de atingir a chamada &#8220;zero G&#8221;, os tripulantes do G-Force One também experimentaram a mesma gravidade de Marte (um terço da gravidade da Terra) e da Lua (um sexto da gravidade terrestre).</p>
<p>Desta forma, o Vasco tornou-se o primeiro clube brasileiro a ter sua bandeira &#8220;flutuando&#8221; em gravidade zero e outras micro-gravidades.</p>
<p>A experiência com gravidade zero foi parte do treinamento para um vôo espacial sub-orbital (mais de cem quilômetros de altitude) no qual Humberto Quintas negocia participação. O vascaíno, que tem dupla cidadania luso-brasileira, vive a expectativa de ser um dos primeiros &#8220;turistas espaciais&#8221; (astronautas civis) de ambos os países. E faz planos para o grande dia:</p>
<p>&#8220;Flutuar em &#8216;zero G&#8217; já foi maravilhoso, uma sensação indescritível, a realização de um sonho de infância. Todos deveriam ter a oportunidade de viver essa experiência. A meta principal será ver a Terra a partir do espaço. Quando este dia chegar, pretendo ter o escudo do Vasco preso ao meu traje espacial. Se Deus quiser, o Vasco será o primeiro clube brasileiro a alcançar o espaço, junto comigo, o que espero que aconteça em um futuro próximo. Os vôos particulares atualmente disponíveis não ultrapassam a fronteira de cem quilômetros, chegam no máximo à estratosfera, mas a tecnologia privada está se desenvolvendo rápido&#8221;, explicou.</p>
<p>Humberto Quintas cumprirá, em julho, outra etapa de treinamento para o almejado vôo espacial, quando fará, a partir de Moscou, um vôo até a estratosfera, a bordo de um caça militar Mig-29.</p>
<p>Esse carioca de 32 anos, executivo de uma empresa multinacional, possui um surpreendente medo de altura e explica o papel dos símbolos vascaínos nas suas aventuras:</p>
<p>&#8220;O Vasco sempre representou a igualdade, o combate aos preconceitos, o repúdio ao racismo, a integração entre povos diferentes. Espero passar esta mensagem, de união, independente de torcidas ou diferenças clubísticas. Além disso, os símbolos do clube são como amuletos, trazem-me sorte e ajudam-me a superar a vertigem.&#8221;</p>
<p>E conclui, bem-humorado:</p>
<p>&#8220;Lá do alto, os rivais do Vasco parecem ainda menores&#8221;, diverte-se o &#8220;astronauta vascaíno&#8221;.</p>
<p>(Fonte: NetVasco)</p>
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